As obras no Calçadão realizadas na administração passada foram permeadas por diversas polêmicas. A revitalização foi dividida em várias etapas e em todas elas houve discussão. A primeira delas foi a data escolhida para a realização da obra, perto do Natal de 2009, que afetou o movimento das lojas localizadas entre as ruas Hugo Cabral e Pernambuco.
Com a conclusão da reforma da primeira etapa, foi constatado que o mosaico do piso, que era bastante marcante na cidade, foi descaracterizado. As cores preta e branca deram lugar a um mosaico composto por pavers em dois tons de cinza e pelas cores vermelha e amarela.
Em 2010, uma briga foi travada entre a prefeitura e os proprietários de quiosques, já que os comerciantes que trabalhavam no espaço foram retirados por intermédio de uma decisão unilateral e sem a definição para onde poderiam ir. . Houve batalhas judiciais, no entanto a prefeitura acabou conseguindo retirar todos.
Das 38 unidades (bancas de revistas, casas de suco, cafeteria, entre outros) removidas da cidade, 14 ficavam no Calçadão. Na época, a prefeitura anunciou que realizaria licitações para ocupar esses espaços, porém esses processos nunca foram abertos.
Em 2011, a antiga administração optou por erradicar árvores sem fazer um estudo para verificar se elas estavam sadias ou não e isso desagradou os ambientalistas.
O projeto de reurbanização do Calçadão de Londrina teve início durante a administração de Homero Barbosa Neto, em novembro 2009, e a sua conclusão era prevista para 2010. Nas três fases concluídas foram gastos R$ 1.599.875,66 e a quarta etapa foi orçada pela prefeitura em cerca de R$ 500 mil, porém todos os editais de licitação não registraram interessados. (V.O.)

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