Uma loira e um pirata assustaram as Mercês
Uma loira e um
pirata assustaram
as Mercês
O caso mais famoso de aparição de fantasma foi, na verdade, uma farsa. Na década de 70, um jornal de Curitiba divulgou a história de uma loira, que teria pego um táxi em direção ao um cemitério e depois desaparecido. A notícia, criada por um editor, que não tinha material para fechar o jornal, sugestionou diversas pessoas.
A notícia ganhou corpo com depoimento de um policial corroborando a história. Mais tarde, o assunto seria desmentido. Apesar disso, o fato ganhou dimensão nacional, inclusive com a reconstituição por uma rede de televisão.
Na mesma época da loira fantasma, os cobradores da linha Mercês-Guanabara começaram a se confrontar com entes do além. Na época, o ônibus parava em frente ao Lar Hermínia Lupion. Antes de chegar no ponto final, a sineta era acionada e as portas abriam misteriosamente. Os motoristas e cobradores da linha atribuiam o fato a uma possível morte que teria ocorrida no lar. Outra tese levantada foi a que o pirata Zulmiro agia na região. Esse personagem, que foi citado em livro de Dalton Trevisan, era um inglês, que séculos passados se instalou no bairro. Conta a lenda que guardava dobrões de ouro, fruto de pirataria e a casa teria túneis que davam acesso ao centro da cidade.





