Uma cidade no Parque Ney Braga
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segunda-feira, 08 de abril de 2013
Fernanda Carreira<br>Reportagem Local 
Além de uma grande vitrine para a comercialização de produtos, oportunidade para concretização de negócios e opções de entretenimento, a Exposição Agropecuária e Industrial Londrina é marcada também pela oferta de serviços. Nos dez dias do evento (que termina no dia 14), o Parque Governador Ney Braga transforma-se em uma espécie minicidade, oferecendo aos visitantes a possibilidade de realizar operações bancárias, comprar produtos, marcar viagens, ter atendimento médico, entre outros. Uma facilidade a mais que parece ter conquistado os milhares de visitantes.
"Estávamos passando por aqui e resolvemos dar uma parada para pesquisar o preço do pacote de cruzeiro pelo litoral do país", contou a protética Franciele Zimownski, que é de Arapongas (Norte), e visita a feira pelo sexto ano consecutivo com o marido Gustavo Zimownski. "Acho interessante eles disponibilizarem esse diversos tipos de serviços, porque facilita bastante a nossa vida."
Como já sabia que encontraria caixas eletrônicos no parque, a monitora de alarmes Andressa Francisco do Nascimento, do Conjunto Violin (zona norte), conta que se sentiu mais tranquila por não ter que ficar andando com dinheiro na bolsa. "Acho que todos os bancos deveriam disponibilizar um estande com caixas assim." Além do saque, retirada de extrato, simulação de empréstimo e seguro e até a concretização de um financiamento são algumas das facilidades oferecidas nos estandes de algumas agências bancárias.
Com o grande número de visitantes para este ano são esperados cerca de 500 mil pessoas o atendimento médico primário é fundamental. Todos os anos é montado um ambulatório médico, que conta com macas, equipamentos, medicamentos e duas Unidades de Tratamento Intensivo Móvel (UTIs). A equipe conta com um clínico geral, enfermeiros e técnicos de enfermagem. O ambulatório funciona das 22 horas por dia das 7h30 às 5h30. Segundo a técnica em enfermagem, Tilza de Lourdes Martins, as principais queixas dos visitantes são de dores de cabeça, vômito, bolhas no pé e pressão alta ou baixa.
Como em qualquer outra cidade, opções de entretenimento, compras e alimentação não faltam na ExpoLondrina. São várias opções de restaurantes e de quiosques de lanches. No quesito diversão e lazer, além do parque de diversões, há até uma galeria de arte localizada no Pavilhão 125. A Expocultura reúne obras de 18 artistas plásticos de Londrina e Região Metropolitana, além dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
Na mostra de artes, os visitantes podem prestigiar trabalhos como pinturas a tinta óleo e grafite, fabricados com fibras da casca do coco, esculturas em argila e com a utilização de papel jornal, entre outros. "Com nós sabemos, o público da Exposição é bem diversificado e assim conseguimos chegar até todas essas pessoas. Muitos nunca tinha nem mesmo visitado uma Galeria de Artes, mas vêm aqui e se apaixonam", salienta o artista plástico Jajá Belluco, de Londrina.
O casal Fabiane Stocco e Aurélio Dias Trintin, do Jardim Shangri-lá (zona oeste) destacam que ficaram impressionados com a qualidade dos trabalhos. "São obras de vários estilos e eu acho importante a abertura desse espaço para a divulgação do trabalho", opina Trintin.


