Um produto vendido há mais de 100 anos
Em 1879, uma lâmpada elétrica iluminou durante 40 horas o laboratório do norte-americano Thomas Alva Edison (1847-1931). O invento estava aprovado. Lâmpadas incandescentes, estas que se encontram em praticamente todas as residências, começaram a ser comercializadas há mais de 100 anos. Por serem de baixo custo e fácil instalação, ainda resistem a modelos mais eficientes de iluminação, como as modernas lâmpadas fluorescentes compactas, diz Pagan.
As lâmpadas incandescentes são fabricadas a partir de um filamento de tungstênio colocado dentro de um bulbo de vidro. O bulbo é preenchido com uma mistura dos gases argônio e nitrogênio. Quando a corrente elétrica passa pelo filamento de tungstênio, ele se aquece até quase o ponto de fusão (3.382ºC) e emite luz. Quanto maior a temperatura, ou seja, quanto maior a tensão da corrente, mais luz branca é gerada. Mas isso aumenta a evaporação do filamento e diminui sua vida útil.
Apesar da praticidade, as luzes incandescentes são pouco eficientes. Menos de 6% do calor é convertido em luz visível. Cerca de 75% é emissão de luz infravermelha, 19% é dissipado como energia térmica e 0,25% é emissão ultravioleta. (P.SM. e A.C.)





