Curitiba - Quase um mês depois de nove pessoas terem morrido em um acidente na BR-376, nos Campos Gerais, os corpos foram liberados entre a tarde de anteontem e ontem de manhã pelo Instituto Médico Legal (IML) de Ponta Grossa. A demora aconteceu porque os corpos estavam carbonizados e foi preciso fazer a identificação por exame de DNA. O acidentem no dia 23 de julho, envolveu um ônibus que ia de Carlópolis (Norte Pioneiro) para Curitiba e um caminhão-tanque carregado com 30 mil litros de álcool. Com o choque, os dois veículos pegaram fogo. Outras 17 pessoas ficaram feridas.
Os últimos corpos liberados foram dos irmãos Vinicius, 2 anos, e Guilherme dos Santos Rita, 12, ontem manhã, após familiares obterem alvará judicial. Apesar do IML ter feito a identificação, os exames de DNA não tinham apresentado vínculo genético das amostras com parentes. Na terça-feira, os outros sete corpos já tinham sido liberados, entre eles de Dulcineia dos e Sidnei Conrad de Rita, pais das crianças e moradores de São José dos Pinhais (Região Metropolitana de Curitiba). Os corpos dos quatro seriam levados para Siqueira Campos (Norte Pioneiro), terra natal da família. Outros três corpos liberados eram de Braz Carlos Balduci, 78, de seu filho José Carlos, 43, e de Hamilton Paulo dos Santos, 23, de Carlópolis. Também foram liberados os corpos de Henrique Marques, 21, que morava em Ribeirão Claro (Norte Pioneiro), e do motorista do ônibus Edivaldo Benedito Gonçalves, 36, que era de Ourinhos (SP).

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