Imagem ilustrativa da imagem Um ano depois, projeto que regulamenta Uber em Londrina ainda não foi aprovado
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Atualmente, afastado da Câmara Municipal por determinação da Justiça em função de possível envolvimento na Operação ZR-3, o vereador Rony Alves (PTB), há exatamente um ano, apresentava a proposta que pretende regularizar o Uber em Londrina. Ao longo de 2017, a discussão estacionou nas reuniões entre representantes da CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização), incumbida da fiscalização, e motoristas do aplicativo. Ficou acordado que eles iriam arcar com as taxas de vistoria anual (R$ 42) e licenciamento (R$ 221).

Em agosto, Alves suspendeu o debate. Na época, ele disse que esperaria a deliberação da mesma matéria no Congresso Nacional. O ano terminou e os deputados adiaram a votação. Em Londrina, a estimativa é que aproximadamente 1,4 mil condutores trabalhem com a ferramenta. O advogado Eduardo Caldeira, que representa boa parte da categoria, vai entrar com um pedido de esclarecimento nesta sexta-feira (9) no Legislativo para verificar a possibilidade de retorno à pauta.

Ele assegurou que dará 72 dias para que a Casa envie as respostas necessárias. Se o prazo não for cumprido, Caldeira vai entrar com uma ação na Vara da Fazenda Pública. "Londrina não pode atrasar ainda mais a regularização do serviço (Uber) por conta de problemas políticos", afirmou o advogado, fazendo clara menção ao afastamento de Rony Alves.

A assessoria de imprensa da Câmara informou que a volta do projeto ainda depende de avaliação jurídica.

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