Ufólogos se reúnem em Curitiba
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sexta-feira, 02 de maio de 1997
Guilherme Pupo Da Sucursal 
Albari RosaMarco Antonio Petit mostra ilustração de um extraterrestreUfólogos que investigam o caso dos ETs de Varginha, em Minas Gerais, conseguiram o depoimento de novas testemunhas para provar que seres extraterrestres foram capturados por militares do Exército brasileiro em janeiro do ano passado.
As informações foram divulgadas ontem em Curitiba, durante a 5ª Conferência Internacional de Ufologia e o 1º Encontro Internacional de Abduzidos (pessoas sequestradas por extraterrestres). O evento reúne 300 pessoas e termina amanhã no auditório do Edifício Castelo Branco.
Segundo Marco Antonio Petit, presidente da Associação Fluminense de Estudos Ufológicos, dois civis resolveram se manifestar sobre o caso depois de vários meses de silêncio. O piloto de ultraleve Carlos de Souza diz ter testemunhado a queda da nave no dia 13 de janeiro de 1996. Ele também afirma ter visto militares da Escola de Sargentos das Armas de Três Corações recolhendo fragmentos do objeto.
Uma segunda testemunha, João Bosco Manoel, garante que estava passeando no bairro onde os ETs teriam sido capturados quando viu quatro bombeiros trazendo um dos seres envolvido em uma rede. De acordo com o depoimento, o extraterrestre foi colocado sobre uma viatura e depois transferido para um caminhão do Exército.
A versão das testemunhas revela que os dois seres foram levados ainda com vida para o Hospital Regional de Varginha no dia 20 de janeiro e, no dia seguinte, ao Hospital Humânitas. Na madrugada do dia 23, outro comboio militar levou os ETs já mortos para Campinas (SP), na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (Epcex). Pouco tempo depois, os corpos foram transportados para a Unicamp e após isso não sabemos o que pode ter acontecido, conta Marco Antonio Petit.
Os ufólogos trabalham com a possibilidade de trazer testemunhas militares para prestar depoimento publicamente. Muitas informações sobre o caso foram obtidas com integrantes do Exército que ainda não podem se apresentar publicamente. Estamos buscando provas para permitir a melhor divulgação dos fatos, diz Petit.


