UEM tem baixo índice de desistência
Lucinéia Parra
De Maringá
O índice de desistentes do vestibular de inverno da Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi de 3,2%. Deixaram de comparecer às provas 391 candidatos. Foi o índice mais baixo dos últimos cinco anos, informou o presidente da Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU), João César Guirado. Ele disse que o concurso foi tranquilo e a baixa desistência comprova a maturidade e interesse dos candidatos nas vagas oferecidas pela UEM.
Ontem, último dia do vestibular, a maioria dos candidatos terminou as provas de física e química mais cedo. Às 9h30 era grande o número de estudantes fora dos locais de provas. A maioria aproveitou para conferir o gabarito da prova de terça-feira, mas alguns não perderam tempo e foram comemorar nos barzinhos próximos ao câmpus universitário.
Estamos comemorando o fim do vestibular, afirmou Ronaldo Martins, 21. Ele disputou uma vaga para o curso de direito, mas não está muito otimista. Não sei não. Achei as provas de matemática e química muito difíceis. Alheio ao resultado, Ronaldo se juntou aos amigos ontem de manhã para bebemorar o fim do vestibular.
Ricardo César Mendes, 20 anos, também tentou um vaga em direito. Ontem, às 9h40 ele já estava fora do local da prova. As provas hoje (ontem) estavam mais fáceis. Além disso, a gente sempre chuta mais em física e química, então deu para sair mais cedo da sala.
A maioria dos candidatos elegeu a prova de matemática a mais difícil. Para Guirado, a reclamação dos estudantes não procede. Os estudantes não gostam de matemática, por isso eles acham que a prova é a mais difícil sempre. Este ano esta reclamação não tem sentido porque havia questões de matemática muito fáceis, que era só dar uma olhadinha e já era possível identificar as alternativas erradas e as corretas, justificou.





