O Movimento dos Sem-Formatura (MSF) entrou ontem com pedido de providência na Procuradoria da República, em Maringá para o fim da greve na Universidade Estadual de Maringá (UEM). O MSF se inspirou em Londrina para entrar com o pedido. De acordo com o advogado Wilson Quinteiro, o movimento quer que a Procuradoria da República entre com uma ação solicitando a retomada imediata das atividades na UEM, a exemplo do que fez o promotor Bruno Galatti, que responde interinamente pela promotoria de Defesa dos Direitos e Garantias Constitucionais, em Londrina.
Segundo Quinteiro, no pedido de providência protocolado ontem, o MSF anexa a ação proposta pela promotoria de Londrina. ‘‘O objetivo é assegurar o direito à educação e à saúde’’, disse ele. De acordo com o acadêmico e integrante do MSF, Sérgio Ramajo, caso a interina da Procuradoria da República em Maringá, Cristiana Kolisk Taguchi não acate o pedido, o movimento vai recorrer ao procurador geral da República, Geraldo Brindeiro. Cristiana não quis comentar ontem sobre o pedido de providência. De acordo com a responsável pela área administrativa do órgão, Solange Minomo, a procuradora interina pediu prazo para analisar toda documentação.

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