Treze agentes de saúde que vivem em assentamentos, acampamentos, vilas rurais e ilhas na divisa com o Estado de São Paulo participaram ontem da 1ª etapa do curso ‘‘Ações promotoras de saúde à distância’’, oferecido pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). O curso faz parte do projeto ‘‘Ações de saúde interdisciplinares’’, que visa a qualificação de representantes das comunidades rurais como meio de melhorar a saúde dos seus moradores.
Ontem, os agentes receberam informações sobre saúde da mulher e da criança. O curso será dividido em cinco etapas e terminará nesta sexta-feira. Na segunda fase do projeto, os professores da UEM vão até os locais de origem dos agentes para uma avaliação sobre o que está sendo aplicado em cada comunidade.
Se os agentes estiverem desenvolvendo o trabalho de acordo com o que foi repassado durante o curso, o objetivo é continuar apostando na capacitação de novos profissionais. Mas se os professores dectarem dificuldades na execução dos trabalhos, os agentes passarão por um curso de reciclagem.
Os agentes de saúde representam cerca de 1,5 mil famílias de trabalhadores rurais que vivem nos municípios da região Norte e Noroeste do Paraná e também em São Paulo. Na maioria dos municípios, segundo os participantes, o principal problema é a falta de saneamento básico. O projeto está sendo desenvolvido por professores e alunos dos cursos de enfermagem, farmácia, geografia, odontologia, e psicologia da UEM.

mockup