UEM anuncia 11 cursos de graduação
Marcos Zanatta
De Maringá
A Universidade Estadual de Maringá (UEM) anunciou ontem a implantação de 11 novos cursos de graduação, com início imediato. Os cursos são de engenharia de produção com ênfase em agroindústria, confecção industrial, construção civil e software, com 30 vagas cada, e todos em período noturno; além de engenharia de alimentos (40 vagas/integral), engenharia mecânica (40 vagas/vespertino), arquitetura e urbanismo (40 vagas/integral), secretariado trilíngue (40 vagas/ noturno), filosofia (40 vagas/vespertino), ciências sociais (40 vagas/ noturno) e estatística (40 vagas/noturno).
As inscrições para todos os novos cursos serão abertas no próximo dia 31 de janeiro e vão até 4 de fevereiro. As provas serão aplicadas entre 27 de fevereiro e 1º de março, em Maringá. O resultado será divulgado no dia 14 de março e as aulas começam no dia 20 de março.
Para iniciar as turmas, a UEM já conta com uma estrutura adequada, explicou o vice-reitor José de Jesus Previdelli. As inscrições podem ser feitas em agências autorizadas do Banestado no Paraná e outros Estados. A taxa será de R$ 80,00.
Os cursos da área de tecnologia vão funcionar no prédio do Centro Tecnológico, construído pelo município para abrigar uma unidade do Cefet. O prédio foi inaugurado há três anos, tem 12 salas de aula e oito laboratórios, mas nunca foi utilizado.
Segundo Previdelli, o Ministério da Educação já se comprometeu a equipar os laboratórios do Centro Tecnológico. Os demais cursos ficam no campus da UEM, que está ganhando um novo bloco e segundo o vice-reitor tem capacidade ociosa nos períodos implantados.
Ele lembra que os novos cursos surgem em cima de estudos de necessidade de formação de pessoal para a região. Há quatro anos a UEM e o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem), trabalham pelos novos cursos.
Com as novas opções teremos como formar mão-de-obra capacitada para nossas empresas e atrair novos investimentos para a cidade, acredita o empresário Carlos Walter Martins Pedro, presidente do Codem. Segundo números da entidade, cada estudante de fora deixa em Maringá R$ 1 mil por mês.





