Marcos NegriniParece vivoAs peças
preservam
características
peculiares
que fazem
lembrar um
animal vivo.
A maioria
é usada pelo
departamento
de Biologia
em experiências.
Alguns foram
doados pela
comunidadeUma exposição de animais pouco convencional está acontecendo no Museu da Bacia do Paraná, na Universidade Estadual de Maringá (UEM). Trata-se da exposição de animais taxidermizados (empalhados), que está aberta ao público de segunda a sábado e pode ser visitada durante o dia e à noite.
Dirigida aos estudantes de 1º e 2º graus, a exposição conta com 63 animais empalhados. Todos preservam características peculiares que fazem lembrar um animal vivo.
De acordo com a técnica de laboratório, Iracélis Lopes, os animais são taxidermizados a partir da conservação da pele. O animal depois de morto e congelado, sofre um processo de limpeza, conservando apenas a pele e os membros. Na fase seguinte é feito o enchimento com materiais como isopor, algodão, serragem, gesso e estrutura de ferro.
‘‘Para cada forma que se deseja deixar o animal (deitado, em pé, com pose etc.) usa-se um tipo de material’’, explica Iracélis. No caso da cobra, por exemplo, é usado massa de vidraceiro para fazer o enchimento. A pele também recebe cuidados especiais. É conservada com arsênico.
Na exposição, os visitantes poderão ver animais como a jaguatirica e outros animais exóticos como a lontra e jacaré empalhados e em posição característica da espécie. Também é possível encontrar animais mais comuns como o galo, a garça, o tucano e a codorna. Peixes do mar e de água doce também fazem parte da exposição.
A maioria dos animais taxidermizados é usada pelo departamento de Biologia da UEM em experiências. Alguns foram doados pela comunidade. A exposição vai até o dia 30 deste mês. Para visitar a exposição no período da noite, os alunos de 1º e 2º graus devem marcar horário com antecedência.

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