UEL inova com salas especiais
Para o vestibular deste ano, a Universidade Estadual de Londrina (UEL) inovou no atendimento dispensado aos candidatos portadores de necessidades especiais. Para aqueles com deficiência auditiva, por exemplo, a Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops) reservou pela primeira vez duas salas específicas onde os fiscais eram também intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais). Os dez candidatos inscritos aprovaram a iniciativa.
A londrinense Juliana de Souza Assunção, 19 anos, candidata a uma vaga no curso de ciências biológicas, disse, por meio da linguagem de sinais, que ''achou boa a iniciativa porque facilitou sua compreensão''. Mas, por outro lado, reclamou da dificuldade das questões. ''São muitas matérias misturadas'', falou. O fiscal-intérprete, Marcel Belli, 19 anos, estudante de psicologia na instituição, também não viu dificuldades em dar um tratamento especial a esses candidatos. De acordo com ele, as provas transcorreram sem problemas.
Outros 17 vestibulandos portadores de deficiência visual, com dificuldades de locomoção e coordenação motora, ou que estavam se recuperando de cirurgias ou do pós-parto , também solicitaram atendimento especial.





