UEL faz pesquisa e pode dar nova utilidade para pínus
Utilizando a técnica de madeira laminada colada, que está sendo pesquisada na Universidade Estadual de Londrina, o pínus poderá ganhar uma nova utilidade: servir como vigas e pilares em residências e em quadras esportivas com vãos de mais de 100 metros. A primeira experiência utilizando a madeira de reflorestamento, consorciada ao sistema construtivo em alvenaria estrutural de bloco cerâmico, está sendo realizada na obra do Centro de Viviência da Associação dos Servidores da instituição, de 300 metros quadrados, no campus, com projeto arquitetônico do professor Marcos Barnabé.
A experiência foi mostrada ontem de manhã para a imprensa. O professor Jorge Daniel de Melo Moura, do Departamento de Arquitetura - ele desenvolveu doutorado em tecnologia de madeira - a técnica não é novidades. Segundo ele, a inovação está na utilização da madeira de reflorestamento, abundante no Paraná, que depois de tratada quimicamente contra insetos, fungos e umidade, poderá baixar o custo de uma obra de 20 a 30%, com tecnologia comparada ao aço e ao concreto.
Outra particularidade nesse trabalho é o uso da madeira consorciada ao sistema construtivo em alvenaria estrutural de bloco de cerâmica. Essa tecnologia propiciou a construção de casas populares em assentamento no município de Tamarana (65 quilômetros ao sul de Londrina) a baixo custo.DivulgaçãoPínus pode ser usado como pilar em residências: economia de 20 a 30%Da Redação





