UEL divulga disputa por vagas no vestibular 2002
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quinta-feira, 07 de março de 2002
Luciano Augusto<br>Da Reportagem Local 
A Comissão Permanente de Seleção (Copese) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) divulgou ontem a relação candidato por vaga do vestibular 2002. Para esse ano, são 1.525 vagas em 41 cursos de graduação que serão disputadas por 19.093 candidatos. Novamente, o curso mais concorrido é medicina, com 60,38 candidatos inscritos para cada uma das 40 vagas. Ao todo se inscreveram 2.415 candidatos.
O segundo curso mais concorrido nessa edição do vestibular foi comunicação social - habilitação em jornalismo - com 27,50 candidatos por vaga. Em terceiro lugar na preferência dos estudantes ficou fisioterapia, com 26,57 candidatos por vaga. Na quarta posição está engenharia elétrica, com 25,10 candidatos para cada vaga.
Segundo a assessoria de comunicação da UEL, os candidatos inscritos são de 25 estados e do Distrito Federal. Um vestibulando é do Paraguai. Os estudantes paranaenses somam 11.709 (61,33% do total), sendo que 6.816 são de Londrina e 4.893 de outros municípios. Há ainda 7.384 inscritos de outros estados, ou 38,67% do total. A maioria, 6.280 candidatos, é de São Paulo.
Com a greve dos servidores, o vestibular, que deveria ocorrer no início de janeiro, foi reagendado e será realizado entre os dias 29 de abril de 2 de maio. No dia 3 de maio, serão aplicadas as provas de habilidades específicas. A UEL ainda precisa negociar com as redes de ensino pública e privada a cessão de salas para realização das provas. Outras informações podem ser conseguidas no site da UEL (www.uel.br).
Superlotação HU - A diretoria do Hospital Universitário (HU) informou ontem que o pronto-socorro continuava superlotado. A taxa de ocupação chegou a 94% à tarde. Houve restrição de atendimento no pronto-socorro médico, afirmou o diretor-superintendente do hospital, Cláudio Camacho.
Ao todo, 308 pacientes estavam internados ontem 37 em macas. Camacho voltou a pedir que a população procure atendimento em outros hospitais. Ele lembrou que o HU tem um projeto para aumentar a capacidade do hospital em mais 41 leitos. Mas a captação de recursos foi prejudicada. Para conseguir a ampliação, o HU precisaria dispor de R$ 4,3 milhões, mas deixou de arrecadar R$ 3 milhões por causa da greve.


