UEL alegou falta de recursos para analisar peixes
A Universidade Estadual de Londrina (UEL) foi contatada para analisar os peixes encontrados mortos na represa do Parque Arthur Thomas, mas se recusou a realizar o exame. O professor Oscar Akio Sibatta, do Departamento de Biologia Animal e Vegetal, confirmou à reportagem da Folha que foi procurado por Sílvia Saadjian para examinar os animais, mas não o fez por falta de condições materiais, apesar da instituição estar apta, em termos de conhecimento, para cumprir a solicitação.
Ele informou que seriam necessários profissionais de outras áreas para que o laudo fosse completo, além de equipamentos e material de pesquisa. Por isso, se negou a realizar a tarefa. Mas nos colocamos à disposição para identificar as espécies que morreram, disse.
Segundo o professor, para excluir a possibilidade das mortes por cloro, o ideal seria analisar a água, possíveis lesões nos peixes e alterações nas suas formas, além de identificar a presença de fungos, vírus ou bactérias que poderiam ter causado doenças. Temos capacitação para realizar este trabalho, mas não foi feito, afirmou. (C.A.)





