Curitiba - A Tuiuti e a PUC responderam ontem às acusações dos presidentes de DCEs. Carlos Eduardo Rangel Santos, pró-reitor administrativo da Tuiuti, disse que a universidade cumpre ‘‘rigorosamente’’ a legislação, ou seja, a medida provisória que trata do assunto.
O pró-reitor lembrou ainda que o acordo, reajustando os preços das mensalidades, firmado no final do ano passado, teve a anuência do DCE. ‘‘A Câmara Municipal não é um forum competente para discutir esse tipo de assunto. Tem outros interesses por trás disso.’’
O pró-reitor comunitário e de extensão, Adilson Moraes Seixas, também vê motivação política na CEI instalada pela Câmara. Ele acusou o vereador Ricardo Gomyde de estar tirando proveito político da comissão. Em 1992, Gomyde e um grupo de estudantes ocuparam por 60 dias o prédio da reitoria, no bairro Prado Velho, em Curitiba. ‘‘É época de tentar faturar’’, declarou.
Adilson Seixas desqualificou o presidente eleito do DCE. ‘‘Como é que ele pode estar dizendo que não estamos sendo corretos nas negociações se ele nunca participou de uma rodada?’’ O pró-reitor disse que a grande maioria das reivindicações dos estudantes foi atendida e que algumas, como a instalação de um restaurante universitário, não serão atendida por uma política da instituição.
O pró-reitor da PUC afirmou ainda que os reajustes praticados pela universidade estão abaixo da inflação e que a grande parte dos cursos oferecidos pela instituição tem um custo médio de um cursinho.

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