Na avaliação de Gláucia Maria Machado Sorgi, assistente social do Ilece, o trabalho do Clube de Mães, além de contribuir financeiramente, também traz benefícios para as próprias integrantes. ''Ao se reunir com outras mães com as mesmas dificuldades, elas podem trocar experiências. Além disso, quando se reúnem, o filho está na escola, então elas podem ficar tranquilas e ter um tempo só pra si. Psicologicamente, isso é ótimo'', explica.
Segundo a assistente social, para os alunos também é importante ver o empenho da mãe em ajudar. ''Os filhos ficam muito contentes ao perceber que a própria mãe participa, que ela vai à escola onde ele estuda.'' Baseada em todos esses fatores, ela afirma não conseguir vislumbrar o Ilece sem o trabalho dessas mulheres. ''Nós não atendemos só o aluno excepcional, mas toda a família, buscando atender às suas necessidades para melhorar a qualidade de vida'', ressalta.
Para a dona-de-casa Fátima Vicentin, participar do clube ''melhorou tudo'' em sua vida, além de permitir que ela pudesse conviver ainda mais de perto com sua filha. ''Você não tem noção de como é bom'', relata.
''É muito importante'', avalia Andreza de Fátima Miranda, de 25 anos. Ex-aluna do Ilece e atual funcionária do Super Muffato, ela conta que ainda se lembra das mães ajudando a escola. ''Tenho saudade'', confessa. (A.I.)

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