Tristeza na volta às aulas
As aulas na UEL voltaram ontem. Quem passou no calçadão da Universidade e viu os escombros em frente ao anfiteatro do Cesa, com certeza se abateu. ''Foi uma coisa muito triste. A gente pensa que isso não vai acontecer com a gente. Mas depois que fiquei sabendo pela TV, vi que poderia ter acontecido comigo. Ano passado, participei de dois eventos no anfiteatro'', contou o estudante Marcos Vinícius Tonom, de 20 anos, do 2º ano de química.
Ainda assim, apesar da tragédia ter assustado a comunidade acadêmica, a vida continua, de acordo com o depoimento do alunos. É o que pensa Érica Petri, 19 anos, do 2º ano de engenharia civil. ''A imagem da universidade vai ficar manchada por um tempo. Mas acho que tudo vai voltar ao normal depois que tudo for esclarecido'', afirmou.
Outra estudante de engenharia, Camila Estevan, 19, acha que os alunos de seu curso serão mais cobrados a partir de agora. ''Nós já temos uma responsabilidade muito grande, mas acho que ela vai aumentar. Por isso, é preciso que os culpados sejam responsabilizados''. (G.G)





