Três assaltantes roubaram ontem R$ 30 mil da agência do Banestado no andar térreo do Tribunal de Justiça, no Centro Cívico de Curitiba. O assalto aconteceu às 12h30. Os três assaltantes entraram armados de pistolas automáticas 7.65, recolheram o dinheiro dos caixas e obrigaram um funcionário a abrir o cofre. ‘‘Eles agiram muito rápido, chegaram se misturando com os clientes e em poucos minutos recolheram tudo em um saco de malote e fugiram’’, contou o caixa Sérgio Iamoski.
Na última terça-feira houve outro assalto ao Banestado, também no Centro Cívico. Quatro ladrões levaram R$ 180 mil do posto bancário da Assembléia Legislativa, no dia de pagamento dos funcionários, enquanto um quinto bandido dava cobertura fora do prédio.
Quando o assalto de ontem começou, havia cerca de 20 clientes na agência. A polícia chegou em 15 minutos e entrou na agência apenas para anotar as descrições dos assaltantes, saindo em seguida na tentativa de capturá-los.
Segundo os funcionários do banco, um dos assaltantes tem barba ruiva e usava uma jaqueta verde. Outro é mais baixo, com o rosto redondo, e o terceiro é bem jovem, magro e moreno. O carro usado para o assalto foi um Tempra, placas AQQ-5222, que ficou estacionado na rua, em frente ao prédio.
O assalto ao posto do Banestado na Assembléia Legislativa aconteceu por volta das 11 horas de terça-feira. Quatro assaltantes entraram armados com revólveres no banco, renderam o segurança e levaram cerca de R$ 180 mil em dinheiro, enquanto outro aguardava do lado de fora do prédio. Até ontem à tarde, os ladrões não haviam sido localizados pela polícia.
O assalto foi realizado alguns minutos após a chegada dos malotes com o dinheiro do pagamento dos funcionários da Assembléia. Os quatro assaltantes teriam saído pelos fundos da Assembléia e fugido em um carro - onde o quinto integrante da quadrilha os aguardava.
Para o assistente administrativo da Central de Segurança do Banestado, Gilson Weingartner, os assaltantes deveriam conhecer bem o acesso ao posto, já que o local é exclusivo para pagamento de funcionários da Assembléia. Além disso, ele levantou a hipótese de que ‘‘deve ter havido conivência de alguém para facilitar a fuga’’.
Segundo Gilson Weingartner, o atraso na entrega dos malotes (que deveria ser feita às 10 horas, mas só chegou no banco poucos minutos antes das 11 horas) também pode ser considerado suspeito. A TGV, empresa de transporte de valores que fez a entrega no posto, informa que não houve nenhuma anormalidade no transporte.

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