Três jovens assassinados em Curitiba e região
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
Carolina Gabardo Belo<BR> Equipe da Folha 
Curitiba - Entre o início da noite de quarta-feira e a madrugada de ontem, foram registrados três assassinatos em Curitiba e região metropolitana. Todas as vítimas tinham menos de 20 anos e receberam no mínimo um disparo por arma de fogo ou um golpe de arma branca.
O primeiro crime aconteceu por volta de 19 horas de quinta-feira. Foi a vítima mais jovem. De acordo com informações da Polícia Militar e da Delegacia de Homicídos, Anderson Arruda, 15 anos, se envolveu em uma briga na Rua da Paz, no bairro Tatuquara, em defesa do pai. Ele recebeu dois golpes de faca, desferidos por um homem já identificado pela polícia. As facadas atingiram o tórax e as costas do adolescente. De acordo com o delegado Hamilton da Paz, da Delegacia de Homicídios, as causas da briga e do assassinato do adolescente ainda estão sendo investigadas e suspeito, procurado pelos investigadores.
No Jardim Ipê, em São José dos Pinhais (RMC), Alisson Calixto, 20, morreu com quatro disparos de arma de fogo. O homicídio aconteceu na Rua Dom Pedro II, às 23h56. As balas acertaram a cabeça e os membros do jovem. O autor do crime já foi identificado, ele seria conhecido na vizinhança onde ocorreu o crime, e está sendo procurado pelos policiais do município.
Em Almirante Tamandaré, também na RMC, Caito Maicon dos Santos, 18, foi ferido com um tiro nas costas. O autor seria irmão de um desafeto do jovem. Encaminhado ao Hospital de Rio Branco do Sul (RMC), ele não resistiu aos ferimentos e morreu. A polícia não possui mais detalhes sobre este caso. A ocorrência ainda não começou a ser investigada devido à falta de policiais na delegacia do município. Iniciada há um mês, a reformulação do quadro de funcionários, conforme contou um dos investigadores, ainda não foi concluída. Durante este período, os dois investigadores estão responsáveis pela segurança da delegacia, onde a carceragem, com capacidade para abrigar 20 presos, está com 67 detidos. A Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) foi procurada mas não se manifestou sobre a situação em Almirante Tamandaré até o fechamento desta edição. (colaborou Diego Ribeiro)


