Aos 16 anos, a estudante do ensino médio Samantha Ortega de Souza poderia estar diante da TV ou do computador, desfrutando as guloseimas típicas da geração fast food. Nada disso. Afeita aos esportes, Samantha sabe: o exemplo vem de casa. ‘‘Minha mãe é formada em educação física e meu pai e meu irmão sempre fizeram triathlon. Não fugi à regra’’.
  De fato. Aos oito meses de vida, Samantha dava as primeiras braçadas, na natação. Dos 5 aos 7 anos, fez patinação, ballet, ski aquático e (ufa!) triathlon. ‘‘Atualmente, faço wake board, corro e pratico musculação’’, revela a moçoila, que tem a mãe como companheira de musculação e o pai como espelho. ‘‘Meu pai já participou de vários Ironmen, competição que admiro muito e pretendo tomar parte, quando atingir mais idade’’, conta.
  No embalo das férias? Que nada! Os quatro dias de Samantha na academia e no templo da malhação local, isto é, o Zerão, são sagrados. ‘‘Quando você se determina a fazer algo, o tempo é seu aliado: o esporte tornou-se um hábito que jamais deixarei de manter.’’
  Malhadora de carteirinha, Samantha estende os bons hábitos à alimentação. ‘‘Tomo bastante cuidado, sigo as dicas de um nutricionista, que me ajuda no cardápio da semana e de meus pais, fiéis escudeiros quando penso em devorar guloseimas’’, afirma, aos risos.
  Perguntada sobre as tão decantadas vantagens de manter a rotina e não perder o pique o ano todo, Samantha, que em 2008 encara o vestibular, enumera a lista. ‘‘A prática constante de exercícios físicos refletiu em mais qualidade de vida, definição muscular, resistência, auto-estima e concentração. De menos, mesmo, só o stress!’’. (T.N.)

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