Tratorista deve regularizar CNH
O chefe da 11ª Ciretran de Cornélio Procópio, Mauro Sérgio Casagrande, está alertando os tratoristas da região sobre a necessidade de regularizar as carteiras de habilitação para a condução de trator de rodas, trator de esteira, trator misto ou equipamento automotor destinado à movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola de terraplanagem, construção ou pavimentação em vias públicas.
Segundo ele, 90% dos tratoristas não têm a habilitação exigida pelo Código Brasileiro de Trânsito, das categorias C, D ou E. Destes, 70% não têm nem carteira de habilitação e 20% têm a da categoria B, informou Casagrande. No final de setembro, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) baixou uma portaria prorrogando o prazo de regularização do documento, de um para dois anos.
O Código de Trânsito prevê que o candidato à primeira habilitação deverá inicialmente ser habilitado na categoria B, para motorista amador, somente podendo elevar a categoria após um ano. Como a maioria dos tratoristas não tem habilitação nenhuma, leva-se tempo para conseguir a regularização, acrescentou Casagrande.
A partir do dia 3 de novembro, começa em todo o Estado o agendamento para exames de primeira habilitação, conforme o Código de Trânsito Brasileiro, que apresenta exigências em relação a formação teórico-técnica para qualificação dos motoristas. Entre elas, a direção defensiva, trânsito e cidadania, trânsito e meio ambiente e primeiros socorros.
Leilão Cerca de 65 veículos, entre eles 40 motocicletas, 22 automóveis, um caminhão, um semi-reboque e um utilitário que estão no pátio da Ciretran de Cornélio Procópio, serão leiloados. O chefe da Ciretran Mauro Sérgio Casagrande, considera estes veículos como sucata, pela péssima condição de uso. O leilão está previsto para o início de 1999.
Segundo Casagrande, somente este ano foram retidos cerca de 350 veículos por infrações de trânsito. O veículo apreendido é depositado no pátio e permanece até que as pendências de documentação, multas e infrações sejam devidamente regularizadas. A permanência do veículo no pátio da Ciretran traz ônus ao proprietário. A retirada do veículo é condicionada, ainda, ao reparo de qualquer componente ou equipamento obrigatório que não esteja em perfeito estado de funcionamento.
O veículo que permanecer no pátio por mais de 30 dias fica à disposição da comissão de leilão. No último leilão, em maio deste ano, foram arrematados 28 veículos.Arquivo FolhaDo começoChefe da 11ª Ciretran de Cornélio Procópio diz que cerca de 70% dos profissionais não têm nem mesmo a carteira de habilitaçãoLuciane Tonon





