Curitiba - O terapeuta Jorge Ramalho diz que o tratamento contra o fumo pode ser realizado de formas diferentes - existem vertentes distintas. Mas é enfático: o ponto principal de um tratamento é a pessoa querer parar de fumar realmente. Se não, nada feito.
Além disso, cada um merece um tratamento individual. ‘’São pessoas diferentes, que merecem tratamentos individuais’’, diz. Outro fator importante é lançar um olhar para o lado emocional do fumante. Um pergunta a ser feita é ‘’por que você fuma?’’. ‘’O cigarro funciona como uma bengala em que as pessoas se apóiam. Muitas param de fumar e mudam para outra bengala. Passam a comer mais, ficam agressivas’’, diz.
Para evitar a transformação emocional, o terapeuta diz que além do trabalho de acompanhamento psicológico, utiliza técnicas como a acupuntura, essências florais e ervas medicinais. Esses métodos ajudam o fumante a se desvencilhar do vício e ainda purificam o corpo.
O período de tratamento varia de pessoa para pessoa - independente do tempo em que se é fumante. ‘’Tem gente vem aqui e com apenas uma sessão pára de fumar. Tem outras, no entanto, que levam meses. A dependência é física, mas também emocional’’, explica. (T.A.)

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