A cada ano aumenta no Paraná a fila de pessoas à espera de um órgão para transplante. O número – mais de 4,5 mil paranaenses, segundo dados da regional de Londrina da Central de Transplantes – já é maior do que a população de 80 municípios do Estado.
  Uma forma de diminuir esta fila é conscientizar a população sobre a importância de prestar atenção a problemas de saúde que podem levá-las à fila de transplante, como a hipertensão arterial e a diabetes; doenças que danificam rins e coração.
  Segundo o nefrologista Altair Mocelin, coordenador da Central de Transplantes em Londrina, estudos indicam que para cada um milhão de brasileiros, 150 devem perder as funções renais neste ano. Isso significa que no Paraná, que tem 10 milhões de habitantes, 1,5 mil pessoas devem ir para as máquinas de hemodiálise e, consequentemente, para a fila de espera por um rim. ‘‘Precisamos falar sobre a prevenção, ou seja, evitar que as pessoas cheguem à fila. Uma medida simples, como checar a pressão arterial, pode contribuir para isso’’,
diz o médico.


Procedimento que filtra o sangue para a retirada de substâncias que em excesso trazem prejuízos ao corpo, como a uréia, potássio, sódio e água.
É feita com a ajuda de um equipamento que se chama dialisador



Tem cor vermelha escura e formato de um grão de feijão. Mede 12cm em uma pessoa adulta e pesa, em média, de 130 a 170g cada um


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

mockup