Trânsito ficou caótico antes do jogo
Marcelo AlmeidaTrânsito ficou congestionado nas duas horas que antecederam o jogo...O curitibano fez de tudo para chegar em casa antes de começar o jogo da Seleção. Nas duas horas que antecederam a partida, carros e pedestres corriam nas calçadas e ruas congestionadas. O movimento nas ruas da cidade, segundo o Batalhão da Polícia de Trânsito de Curitiba (BPTran), foi similar ao que acontece no horário de pico nos fins de tarde.
Na Rua Visconde de Guarapuava, a mais movimentada de Curitiba, passaram por hora 4 mil carros, o que provocou congestionamento desde o viaduto com a Rua Ubaldino de Amaral até a Brigadeiro Franco. Mesmo com um grande volume de carros e com a pressa dos motoristas, não houve nenhum tipo de incidente grave, disse o comandante do Policiamento da Capital, tenente-coronel Justino Henrique Sampaio Filho. Aconteceram apenas três batidas sem feridos.
Marcelo Almeida...deixou ruas vazias enquanto os curitibanos estavam de olho na TV...O coordenador de trânsito do Diretran, Paulo Malucelli, informou que as principais vias tiveram três fases durante o jogo. Nas horas que antecederam a partida, houve um excesso de demanda. Na hora do jogo, o movimento ficou menor que o de feriados. E depois foi igual ao dos dias normais.
Corre-corre - Vou correr para chegar em casa, porque tenho apenas meia hora para chegar no Centenário, disse Rosi Kowalski, proprietária de uma banca de revistas do Centro. Em sua moto, levando uma amiga, ela disse que iria escolher os caminhos menos congestionados para estar no sofá de casa na hora do início da partida.
Marcelo Almeida...e voltou ao normal depois que o jogo acabouO comerciário Carlos Renato estava preocupado por não poder chegar em tempo em casa. Vou ter que pegar dois ônibus para chegar na CIC, disse correndo, enquanto carregava sua bola.
O funcionário do Hotel Presidente, Ari Luiz Fante, também estava correndo para pagar algumas contas antes do jogo. Acho que vou conseguir fazer tudo antes do Brasil marcar um gol.
Marcelo AlmeidaRosi Kowalski: de moto, cortando caminho para não perder o jogoMais sorte teve o office-boy Luiz Fernando Buffa. A empresa em que trabalha decidiu reunir todos os funcionários para um almoço em frente à TV. Fui comprar fogos de artifício para comemorar a vitória, disse. O proprietário da empresa, Aloir Marchesini, informou que os 12 funcionários vão torcer juntos em todos os jogos da Seleção. (I.R)





