Problema tão antigo quanto o projeto de duplicação, o trânsito da Rua Goiás é temido por motoristas e pedestres. A diarista Rute da Silva Raimundo, 22 anos, que trabalha em uma residência da Goiás, diz que costuma esperar cerca de cinco minutos para atravessar a via em horário de rush. ''É comum acontecerem dois, três acidentes com intervalo de poucas horas'', conta.
Mesmo com a casa na lista de desapropriações, o aposentado Aparecido Elias da Silva, 77, se diz simpático à idéia da duplicação porque já foi vítima do trânsito caótico da Goiás. ''Um carro derrubou a cerca da minha casa (na esquina). Além disso, a gente corre muito risco para atravessar a rua. Tem que ir até a faixa do meio e ficar esperando, senão não consegue nunca'', admite.
O engenheiro da Secretaria de Obras, Otávio Taccola, disse que não será necessário interditar a Goiás durante as obras de duplicação. A rua será mantida em meia pista. (V.N.)

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