O estrangulamento do trânsito na região central de Londrina, principalmente nas áreas em frente à entrada e saída de escolas, continua gerando reclamações. Alfredo Canezin, proprietário da Canezin Imóveis, tem o escritório na Rua Pará, no mesmo quarteirão onde funciona a escola Peixinho. ‘‘Entre 11h30 e meio-dia e no final da tarde meus clientes não conseguem ter acesso ao estacionamento. Já perdi negócios por causa disto’’, reclama.
O imobiliarista conta que os pais de alunos e as kombis estacionam em frente a empresa, impedindo a entrada e saída de seus clientes. Ele diz que já reclamou várias vezes na Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) na própria escola. ‘‘Não sei mais o que fazer’’, afirma.
A professora Márcia de Carvalho, diretora da escola O Peixinho, afirma que estão sendo tomadas todos os cuidados para agilizar o trânsito em frente ao estabelecimento. Em parceria com a CMTU, a escola providenciou cones para organizar o tráfego e deixar parte da pista da rua Pará liberada. ‘‘Depois que fizemos isto o fluxo melhorou muito’’, garante. A diretora defende a presença de um fiscal de trânsito da CMTU nos horários de saída e entrada de alunos para agilizar o trânsito. E sugere que as linhas de ônibus mudem o itinerário para amenizar a situação. O Peixinho atende cerca de 300 crianças com educação infantil (a partir dos 2 anos) e primeiro grau.
Segundo o diretor da CMTU, Wilson Sella, existem situações mais graves do que a da escola Peixinho . Ele cita o caso do Colégio Vicente Rijo, na Higianópolis; da Unifil e Colégio Londrinense, na avenida Juscelino Kubistcheck e do colégio Evaristo da Veiga, na Rua Goiás.

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