A pri­mei­ra par­ti­ci­pa­ção de Lon­dri­na no Dia Mun­dial sem Car­ro, rea­li­za­do no dia 22 des­te mês, foi mar­ca­da por de­sin­for­ma­ção, re­cla­ma­ções e tam­bém con­ges­tio­na­men­to. Du­ran­te to­do o dia a Rua Pro­fes­sor ­João Cân­di­do, en­tre a Ave­ni­da Jus­ce­li­no Ku­bits­check e a Rua Ben­ja­mim Cons­tant, na ­Área Cen­tral, fi­cou fe­cha­da pa­ra veí­cu­los par­ti­cu­la­res, sen­do au­to­ri­za­do ape­nas o trá­fe­go de ôni­bus co­le­ti­vo e tá­xis. Com ex­ce­ção da Rua Ala­goas, de­vi­do à fei­ra, foi pos­sí­vel fa­zer o cru­za­men­to da rua.
  O ­maior pro­ble­ma foi re­gis­tra­do na Av. JK, on­de o con­ges­tio­na­men­to atin­giu al­gu­mas qua­dras. Das pes­soas ou­vi­das pe­la re­por­ta­gem da FO­LHA, a maio­ria não sa­bia o mo­ti­vo da in­ter­di­ção nem da cam­pa­nha pa­ra dei­xar o car­ro em ca­sa, prin­ci­pal­men­te os mo­to­ris­tas que aguar­da­vam, abor­re­ci­dos, o ­abre e fe­cha in­su­fi­cien­te dos se­má­fo­ros na ave­ni­da.
  Al­guns co­mer­cian­tes re­gis­tra­ram pre­juí­zos por cau­sa da in­ter­di­ção. Um es­ta­cio­na­men­to na ­João Cân­di­do es­ta­va fe­cha­do. Ou­tro, lo­ca­li­za­do em uma es­qui­na, con­se­guiu ­abrir por­que tem um por­tão la­te­ral, on­de ha­via flu­xo de veí­cu­los.


● Movimento surgido na Europa nos últimos anos que incentiva o uso de transportes sustentáveis, como bicicletas

● Proi­bi­ção per­pé­tua ou tem­po­rá­ria de al­gu­ma ati­vi­da­deou fun­ção

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