A Companhia Paranaense de Energia (Copel) passou a exigir das empreiteiras responsáveis pela poda de árvores um curso aos funcionários, orientando a melhor forma de se cortar em cada caso, e as medidas de segurança a serem tomadas para evitar acidentes. Mesmo as empresas que desejam participar de licitações agora precisam dessa habilitação. No caso da Copel, a poda ainda é mais arriscada por se tratar de casos que envolvem a rede elétrica.
''Todos os podadores recebem treinamento em relação ao uso de cinto de segurança e instruções de prevenção contra o choque elétrico. Agora a pessoa comum desconhece esses preceitos de segurança, e corre o risco de sofrer uma queda ou uma eletrocussão'', alerta o gerente de manutenção Eduardo Oyama. Oyama lembra que a população em geral não sabe diferenciar um fio de alta e um de baixa tensão, e que, independentemente do nível da tensão elétrica, um leigo pode se ferir ou até morrer ao entrar em contato com um fio desses.
Quando a poda fica por conta da Copel, responsável por todos os casos que envolvem a rede elétrica, ou da Sema, que cuida dos outros casos, além de não ter o trabalho de se arriscar a subir na árvore nem a levar multa, o cidadão ainda não precisa se preocupar com onde descartar os galhos. ''Os próprios funcionários são orientados a recolher os resíduos e destiná-los ao local adequado'', informa Oyama. (A.I.)

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