Um esforço iniciado em 2001 com um pequeno grupo de voluntários que conheceu a história de madre Leônia e decidiu perpetuar seu trabalho. Cinco pessoas, que faziam parte de um grupo de oração no Santuário Eucarístico se uniram e encamparam a reforma da casa.
Entre elas a empresária Patrícia Salazar da Costa, que fala do encantamento da vida da freira. ''É uma história muito rica, que mexe com a parte espiritual e que precisava ser preservada.'' A amiga e também voluntária Elenice Mortari Dequech dedicou anos ao trabalho. ''Ela nos ensinou as melhores coisas do mundo: a música, a doçura e a determinação.''
O trabalho de resgate da história, documentos e objetos pessoais foi feito com orientação da museóloga e professora da Universidade de São Paulo (USP), Maria Cristina Oliveira Bruno. São cinco anos de atividades, que contaram também com a ajuda de engenheiros voluntários. ''A casa estava se deteriorando, com problemas no alicerce. Deram o tratamento necessário para preservar o patrimônio histórico'', conta irmã Ana Brucato.
Ela afirma que a casa não é um projeto concluído. ''Ela se abre com a possibilidade de se fazer conhecer não apenas um espaço de conservação, mas um patrimônio histórico, cultural e religioso. Madre Leônia faleceu, mas a obra dela não.'' (M.O.)

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