Parte dos funcionários da Usina Central de Porecatu (85 km ao norte de Londrina) paralisou suas atividades para reivindicar direitos trabalhistas. O protesto partiu do setor industrial por volta das 23 horas de quarta-feira e, segundo informações do departamento administrativo da empresa, durou poucas horas.
''Os problemas são sempre os mesmos. Atraso no pagamento, defasagem salarial, irregularidades no depósito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), Previdência Social, registro em carteira entre outros'', explicou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Rodoviário de Londrina e Região, João Batista da Silva.
De acordo com o sindicalista, sua base em Porecatu não foi convidada a participar do protesto e mesmo que fosse a adesão seria improvável. Silva afirma que a pressão da empresa sobre seu Sindicato é muito grande porque é o mais organizado: ''Enviamos uma proposta para a convenção coletiva da categoria este mês e até agora não recebemos qualquer sinal de negociação''.
Integrantes da direção da empresa foram procurados para comentar o assunto, mas não foram encontrados.

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