O diretor do Regente Feijó, Claiton Bentivenha, faz duras críticas ao Patrimônio Histórico do Estado, que na sua opinião só tem prejudicado o colégio. De acordo com Claiton, desde que o Regente foi tombado pelo Patrimônio Histórico, em 1991, aumentaram as dificuldades para se realizar obras na escola.
‘‘Para nós não foi um bom negócio’’, disse Bentivenha, lembrando que para fazer qualquer tipo de obra a direção precisa de uma autorização do Patrimônio Histórico. Além de toda essa burocracia, na maioria das vezes os pedidos não são aprovados.
Claiton cita o exemplo do projeto de uma cobertura para o pátio do colégio, que foi reprovado porque o Patrimônio entendeu que a obra iria descaracterizar e prejudicar a estética histórica do prédio. Enquanto eles pensam dessa maneira, quem paga o preço são os alunos, que nos dias de chuva não têm onde ficar se não dentro das salas de aula, afirma Bentivenha.
Claiton acredita que a liberação dos recursos para a reforma, já aprovada pela Fundepar, pode estar emperrada por causa de problemas junto ao Patrimônio. O diretor encerra suas críticas dizendo que ‘‘para a escola isso não foi vantagem, pois não trouxe benefício algum’’. (G.F.)

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