O ex-prefeito Fidelcino Tolentino disse à Folha que as irregularidades apontadas na parte já auditada, ‘‘se verdadeiras’’, não lhe podem ser atribuídas, porque as companhias e autarquias ‘‘têm diretorias e conselhos fiscais responsáveis pelo que nelas ocorre’’. Com relação às obras no Colégio Polivalente, garante que ‘‘fizemos mais do que era previsto’’ e que os aditivos ao contrato ‘‘foram necessários porque mudou o tipo de material usado’’.
Sobre pavimentação com pedras, afirma que ‘‘tudo foi fiscalizado pelo DER’’, e, sobre o alambrado no aeroporto, ‘‘pagamos antes para garantir o material’’. Fidelcino Tolentino disse estar ‘‘absolutamente tranquilo’’ inclusive quanto ao restante da auditoria, que compreende negócios mais diretamente sob seu controle.
Tolentino questionou a contratação da auditoria por R$ 60 mil ‘‘sem que houvesse licitação’’. A Prefeitura informou que, em caso de auditoria, há amparo legal para a dispensa da licitação.

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