O Tribunal de Justiça do Paraná distribuiu à 1ª Câmara Criminal o pedido de habeas-corpus aos presos dos 2º, 3º, 4º e 5º Distritos Policiais (DPs) de Londrina. O pedido deverá ser julgado pelo relator Clotário Portugal Neto e mais dois desembargadores. A solicitação partiu do presidente do Conselho da Comunidade, o advogado criminalista Walter Bittar, como uma forma de combater as constantes fugas que colocam em risco a segurança da Cidade. O motivo principal das fugas é a superlotação de presos nos DPs.
O habeas-corpus propõe a transferência dos presos excedentes para cadeias públicas de cidades vizinhas; se não houver essa possibilidade, a ação pede para colocá-los em liberdade. ‘‘Já que o Estado não tem meios de agir legalmente, que solte os presos’’, afirma Bittar.
O juiz corregedor dos presídios e da Vara de Execução de Londrina, Roberto do Valle, é citado como o responsável pelo que está acontecendo nos DPs. O advogado diz que o habeas-corpus representa um grito de cidadania para o londrinense.

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