Arquivo FolhaEsperaDelegado Acácio não havia recebido informações sobre o crime Geraldo Coelho Duarte, 23 anos, e Vagner Ribeiro de França, 20 anos, foram mortos no Conjunto União da Vitória após um tiroteio, envolvendo mais de seis pessoas, na noite de sábado. Segundo a polícia, o autor dos crimes é Dirceu Lopes da Luz, que estava acompanhado de um primo que ainda não foi identificado.
Dirceu também ficou ferido e foi transportado para o Hospital de Tamarana. A polícia foi avisada e o autuou em flagrante no próprio hospital, pelo delegado de plantão da 10ª Subdivisão Policial de Londrina, Marcos Belinati. O acusado recebeu um tiro na barriga e dois na perna esquerda. No domingo à tarde, mesmo ferido, Dirceu foi levado para o 4º Distrito Policial, onde está preso. Ontem à tarde, o delegado adjunto da 10ª Subdivisão Policial (SDP), Acácio Azevedo, não havia recebido informações sobre o crime, para determinar com quem ficaria a responsabilidade das investigações.
Segundo o delegado operacional da 10ª SDP, Valdir Abrahão, Geraldo e Vagner já haviam esfaqueado, há cerca de rês meses, o sogro de Dirceu. Diversas testemunhas disseram aos policiais militares que as duas vítimas pertencem a uma gangue que apavora os moradores locais. ‘‘Eles costumam invadir as casas e ameaçam as pessoas de morte’’, afirmou uma das testemunhas. Ela também disse que um dos chefes da gangue é um rapaz conhecido por ‘‘Casquinha’’, que cobra pedágio dos moradores.
Em seu primeiro depoimento à polícia, Dirceu afirmou ter trocado tiros com os dois para não ser morto. Quando a polícia chegou ao local, Geraldo estava caído na calçada e segurava um revólver. A aproximadamente cinco metros estava Vagner, caído na rua. Em sua volta, estavam diversas cápsulas detonadas de pistola 765.
SurraCarlos Alberto Crecêncio foi autuado em flagrante ontem por torturar os filhos L.F.R., 8 anos e M.R., 5 anos. O pai se defende dizendo que apenas deu duas cintadas em M.R., para que ele parasse de furtar.
O menino de 5 anos teria roubado um brinco de bijuteria da tia e guardado embaixo da sua cama. Crecêncio afirmou que não bateu no filho maior. Vizinhos dizem ter observado a surra e chamaram a polícia. Os dois meninos estavam com marcas no corpo. L.F.M. sofre de leucemia e o pai disse que as marcas seriam causadas pelos remédios que ele toma. Segundo o delegado do 3º Distrito Policial, Jurandir Gonçalves André, na hora da prisão os vizinhos queriam linchar o pai.

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