TIL vai distribuir adesivos
Da Redação
A TIL (Transportes Coletivos Ltda.) foi a primeira empresa a aderir à campanha contra a violência lançada ontem à tarde. O gerente procurador da empresa, Eduardo Dias (foto), participou da reunião de lançamento e, em seguida iniciou contatos com a Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil) entidade responsável pela confecção e distribuição do material informativo para encomendar cartazes e adesivos.
Vamos colocar os cartazes na parte interna e externa dos nossos ônibus, que fazem as linhas metropolitanas (Londrina, Cambé e Ibiporã) e os nossos cobradores vão distribuir os adesivos da campanha aos usuários, antecipou Dias. A TIL também vai levar essa imagem de não à violência a outras cidades do Paraná e até de outros estados, em nossos ônibus de turismo, acrescentou.
A campanha também ganhou a adesão total da subseção de Londrina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A OAB participará ativamente da campanha junto aos advogados e seus familiares, e exigirá e proporá todas as ações e medidas cabíveis para que Londrina tenha segurança para os seus seguranças, afirmou o presidente local da Ordem, Lauro Zanetti.
O presidente da OAB destacou que pela primeira vez a sociedade está organizada para tentar coibir a violência e exigir do governo do Estado a aplicação dos recursos necessários ao setor. Estou vendo esta campanha não como a simples exigência do fim da violência, mas como o fim da falta de investimento na segurança de Londrina, disse Zanetti.
O diretor de Redação da Folha, jornalista João Arruda, lembrou que o jornal participou de todas as reuniões preparatórias ao lançamento da campanha, com a certeza de que a união dos meios de comunicação e a comunidade num movimento amplo e apartidário é o caminho eficaz para que os graves problemas no setor de segurança do município sejam definitivamente sanados.
O avanço da violência nos últimos meses deixou a sociedade em sobressalto e denunciou a fragilidade do atual sistema policial. Aumentar o efetivo e garantir as verbas para a conclusão da cadeia pública são medidas emergenciais e inadiáveis e devem se somar a um plano de longo prazo, que contemple o cidadão-contribuinte de Londrina com a segurança a que ele, constitucionalmente, tem direito, destacou João Arruda.





