A Polícia Civil está trabalhando no caso dos homicídios de Andréa de Jesus Cabral e Rúbia Graziele da Silva com duas linhas de investigação, já que há possibilidade de um crime passional ou de uma execução. Segundo informações da polícia, o modo como as duas foram mortas aponta execução, que seria característico dos homicídios causados por drogas.
A tia de Rúbia, a dona de casa Lucimara Pereira da Silva, 31 anos, confirmou, ontem à tarde, que a jovem era viciada em drogas. Ontem, ela esteve acompanhando a mãe de Rúbia, a desempregada Roseneide Aparecida da Silva, no 3º Distrito Policial (Zona Oeste), onde prestou depoimento ao delegado Valdir Fernandes.
Segundo ela, Rúbia esteve presa cinco meses por furto no ano passado. Na próxima semana, o delegado deverá ouvir a família de Andréa.
No início da noite de ontem, o delegado responsável pelo setor de homicídios da 10 SDP, Joaquim Antônio de Melo, adiantou que tinha a investigação já estava ''bastante adiantada''. ''Estamos corremos atrás para conseguirmos detalhes mais consistentes'', assegurou.
Entre outros depoimentos, Melo já tinha ouvido membros do Diretório Central Estudantil (DCE). A mãe da garota, Tereza de Jesus, 49 anos, disse que conversou com a filha por telefone e que pediu para Andréa voltar cedo para casa.
O delegado Melo irá requisitar a fita das câmeras de segurança da UEL para tentar chegar ao assassino.

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