Tia acredita que K.T.S. foi atraída por brinquedo
Dorico da SilvaSuspeitaSolange: Crime foi premeditadoK.T.S., de 2 anos e 8 meses, estuprada no sábado à noite, mora com os pais no assentamento do jardim Olímpico (zona oeste de Londrina). Quando aconteceu o crime, ela estava na casa do avô, Jair José dos Santos, no jardim Alto da Boa Vista (zona norte). Não tem cabimento uma coisa dessas. Não sei o que se passou na cabeça dele, afirma Jair dos Santos.
A tia de K.T.S., Maria Solange Silveira, acredita que o acusado premeditou o crime, já que teria perguntado várias vezes a idade da sobrinha. Uma vez ele perguntou para um parente se estupro dava muito tempo de cadeia, afirma Solange.
Na opinião dela, na noite do crime, Amósio de Oliveira usou um brinquedo de plástico para atrair a menina e levá-la até a rotatória, onde aconteceu o estupro e a tentativa de homicídio.
A promotora da Vara da Infância e Juventude, Solange Novaes da Silva Vicentin, informa que não são raros casos de violência sexual contra crianças cometidos por pessoas que se relacionam com a família da vítima. Como uma forma de prevenir ess tipo de crime, a promotora observa ser importante os pais ficarem atentos às pessoas que brincam com seus filhos. É preciso ver que tipo de brincadeiras as pessoas fazem, diz a promotora.
Solange Vicentin diz também que é preciso denunciar o crime. Segundo ela, quando o acusado faz parte da família, as pessoas muitas vezes não o denunciam. Às vezes, o acusado é o padrasto e a mulher não denuncia porque ele é quem sustenta a família.





