A partir de agosto, a Justiça começa a ouvir as testemunhas de defesa de Maria Suely Costa Moura. Ele matou, em 22 de novembro do ano passado, a secretária Jacqueline Carneiro Lobo. As nove testemunhas de acusação foram ouvidas até anteontem e formalizaram, perante à juíza substituta da 1ª Vara Criminal Oneide Negrão de Freitas, os mesmos depoimentos que haviam prestado na polícia. O juiz titular da Vara, Jurandir Reis Junior, julgou-se impedido para continuar no caso depois que familiares da vítima fizeram um movimento de protesto no interior do Fórum, quando a acusada foi prestar depoimento.
O crime ocorreu num escritório de advocacia no centro de Londrina e foi presenciado por oito pessoas. Maria Suely disparou um tiro na secretária, atingindo-lhe a cabeça. O motivo seria o namoro que a vítima mantinha com o ex-marido de Maria Suely, o médico João Bento de Moura Neto. A ré está sendo denunciada pelo promotor Janderson Iassaka por homicídio qualificado praticado de forma torpe.

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