O funcionário público Alexandre Isidoro Jerônimo pretende relatar ao comando da Polícia Militar em Curitiba o que viu na tarde do último domingo. ''Estava no bar, a um metro do rapaz que foi agredido pela Rone, talvez mais próximo dele do que dos policiais. E não o ouvi xingar. Os PMs chegaram gritando, falando palavrão. Foi muita truculência. Pareceu uma coisa de olhar e ficar desconfiado, totalmente arbitrária'', afirma.
O comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM), tenente-coronel Rubens Guimarães, diz que até o final da semana a sindicância que irá apurar o incidente será instalada. ''Só tenho informações do relatório, que descreve que o rapaz (J.M.) foi ofensivo. Qualquer denúncia de truculência policial que chega é apurada'', garante o comandante. Sobre a crítica de que a PM não dá a devida segurança ao local, Guimarães discorda. ''Oferecemos policiamento constante. Mas vamos intensificar a presença, até pelo clima de insegurança'', promete. (F.G.)

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