As filmagens do Gaijin 2 se encerraram ontem em Londrina. Os atores trabalharam na cidade cenográfica gravando apenas cenas complementares. Os destaques do encerramento, segundo a assessoria do filme, foram as cenas feitas na sexta-feira e no sábado. Hoje à tarde a cineasta Tizuka Yamazaki faz um balanço do filme durante uma coletiva com a imprensa.
Na sexta-feira, foram gravadas as cenas de um incêndio na Vila Curumê. No sábado as filmagens lembraram o confisco dos depósitos nas cadernetas de poupança promovido em 1990 pelo presidente Fernando Collor de Mello. O elenco de apoio se concentrou na frente do Banco do Brasil, no Calçadão. Cenas no interior do banco foram gravadas com a atriz Lissa Diniz, que interpreta a personagem Yoko.
No Gaijin 2, Tizuka Yamazaki e o roteirista Jorge Duram retomaram o relato da da saga dos imigrantes japoneses apresentada no filme ‘‘Gaijin – Caminhos da Liberdade’’ (1980), a partir de 1920. Foram 65 dias de filmagens que mostram quando a imigrante Titoe quer permanecer no Brasil, motivada pelo nascimento da filha brasileira.
A saga mostra a história de três mulheres nos anos de guerra: Titoe, Shinobo (a filha) e a neta. O filme dá um salto no tempo e traz o casamento da neta da de Titoe com um filho de imigrantes espanhóis. Gabriel será um rico fazendeiro que vai ‘‘quebrar’’ nos anos 80, em decorrência de uma forte geada. Eles voltam a morar com Titoe. Gabriel parte como dekassegui para o Japão, desaparece por lá e a família vai atrás dele. Enquanto Yoko, a bisneta da matriarca, quer retornar ao Brasil, Titoe, quase centenária, quer ir embora para o Japão de suas origens.
Ontem à tarde, parte do trailer do Gaijin 2 foi disponibilizado no site do filme. Para os curiosos, basta acessar www.gaijin2.com.br.

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