Termina um vestibular, começa outro
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sexta-feira, 16 de janeiro de 1998
Londrina e Maringá 
Mesmo com o fim do vestibular da Universidade Estadual de Londrina, quarta-feira, muitos alunos de outras regiões acabaram ficando na Cidade para prestar o vestibular da Universidade Norte do Paraná (Unopar), que começou ontem à noite com as provas de Língua Portuguesa, Redação e Língua Inglesa. Hoje, às 19 horas, as provas serão de Matemática, Química e Geografia. O concurso termina amanhã, a partir das 14 horas, com as questões de Biologia, Física e História.
O vestibular da Unopar atraiu este ano mais de cinco mil candidatos, que concorrem a 2.720 vagas. São 23 cursos de graduação, distribuídos nos campi de Londrina e Arapongas. Em Londrina, as provas acontecem em três locais diferentes: no campus universitário (jardim Piza, zona sul), no Instituto Estadual de Educação de Londrina (IEEL) e Colégio Estadual Vicente Rijo (ambos na área central).
Em Arapongas, as provas estão sendo feitas no próprio campus universitário (PR-218, quilômetro um).
Os candidatos ao vestibular este ano têm até hoje para se inscrever o concurso do Centro de Estudos Superiores de Londrina (Cesulon). As provas serão realizadas no prédio do Cesulon, na avenida JK (área central), a partir do próximo domingo.
Baixou o índice de desistência do vestibular da Universidade Estadual de Maringá (UEM) em relação ao ano passado: 941 candidatos, dos 11.930 inscritos, deixaram de fazer as provas este ano, com índice de 7,8% - no verão de 97, o índice foi de 8,4%. A nossa intenção é fazer este índice baixar cada vez mais, afirma o presidente da Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU), João César Guirado.
Comissão formada por 35 professores de Português do Departamento de Letras da UEM e de escolas públicas e particulares da região inicia amanhã o trabalho de correção das provas de redação.
O professor Guirado informa que apenas os candidatos que fizeram um mínimo de três pontos nas provas objetivas (total de 90 pontos cada uma) terão suas redações avaliadas. Este critério anula uma média de 10% de candidatos por ano. A prova de redação vale 60 pontos.
Ao avaliar a redação, o professor não fica sabendo nem o nome e nem o número de inscrição do candidato - a prova traz apenas um código de leitura ótica para ser utilizado pelo computador. Cada redação recebe avaliações de dois professores. No caso de discrepância de notas, o computador informa e a prova passa às mãos de um terceiro avaliador.


