Tenente escapa da morte por centímetros
Alguns centímetros para cima e o tiro teria acabado com a vida do 2º tenente Luiz Biora Júnior, 24 anos, no dia 2 de fevereiro deste ano. O projétil, saído do revólver de um assaltante, atingiu o peito do policial, pouco acima do coração, mas parou no colete à prova de balas. Apesar do susto e da costela quebrada pelo impacto, Biora se levanta e retorna ao trabalho. Eram quatro assaltantes, considerados perigosos, que tinham roubado um Corsa e baleado o proprietário. Depois, abandonado este carro e roubado um Monza.
A primeira troca de tiros, havia acontecido no bairro Umbará, em Curitiba. O tiro que atingiu o peito do tenente tinha passado pelo vidro da viatura 3812. Pouco depois, os assaltantes abandonavam o Monza, para fugir para um matagal. O tenente se recupera do susto e, com outros policiais, vai atrás dos assaltantes. Dos quatro, três são baleados. Um, morto. Não morri porque estava de colete. Faltou um dedo, lembra. Mas, sobrou coragem, elogia o tenente-coronel Oscar Paluch, comandante do 13º Batalhão de Polícia Militar, superior de Biora.





