O delegado do Ministério da Educação e Cultura no Paraná (Demec), Altevir Rocha de Andrade, na condição de educador, manifesta-se favoravelmente à abordagem de temas relacionados à sexologia nas escolas. Contudo, ele revela que no ano passado a Demec/Pr promoveu um seminário sobre o currículo mínino implantado pelo MEC em âmbito nacional.
Segundo Andrade, dentro deste currículo existem parâmetros para abordagem transversais, onde encaixam-se temas como a educação sexual. ‘‘Numa aula de ciências humanas, por exemplo, o professor pode perfeitamente falar sobre sexo ou doenças sexualmente transmissíveis’’, explica.
Porém, ele faz questão de assinalar que a abordagem tem que ser zelosa, ética e depende muito da formação do professor que repassa os conhecimentos. ‘‘Concordo que se fale sobre estes assuntos de forma didática, responsável e, principalmente, baseado na ética e na moral’’, opina.
Para Andrade, o educador tem que ter sensibilidade suficiente e idoneidade para transmitir informações sobre sexologia em sala de aula. Quanto aos parâmetros curriculares mínimos, ele diz que estão em vigor desde o ano passado em todo País.

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