''Tem que ter fé, porque cura mesmo''
Andando pela Vila Oliveira, é fácil encontrar quem fale bem da ''simpatia''. É o caso da farmacêutica Jacira Aparecida Bolotário, 45 anos. Há um ano e meio, uma amigdalite fez Jacira tomar ''um antibiótico atrás do outro durante um mês''. Por isso, ela decidiu recorrer a Dito. ''Quando ele está fazendo a massagem, a gente sente o reflexo na garganta. Minha amígdala até diminuiu depois. Não sei se tem ligação, é uma coisa inexplicável. Mas tem que ter fé, porque cura mesmo.''
Com o socorrista José Marcelo Pereira Neiva, de 30 anos, foi diferente. ''Não fui pela fé, não. Fui mais por curiosidade, para ver se funcionava'', lembra. Ele disse que tinha dores de garganta frequntes até oito anos atrás, quando procurou o bar do Dito. ''Meu caso era grave. Tinha até 40 graus de febre, me derrubava. Às vezes ficava de cama uma semana''. No terceiro dia da simpatia, José Marcelo garante que não sentia mais dores, e o nervo do punho já tinha diminuído.
''Ele avisa antes que vai doer, e dói mesmo. Mas o resultado é muito bom'', relata o socorrista, que nunca mais foi ''derrubado'' pela garganta, mesmo passando dois anos no rigoroso inverno europeu. ''Às vezes sinto uma raspadinha na garganta, mas não passa disso.(M.F.)





