'Tem que pensar em coisas boas'
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Vítor Ogawa<br>Reportagem Local 
Neste 2016, o segurança Márcio Souza Soares, de 34 anos, saiu de uma empresa e foi trabalhar, segundo ele, em um lugar bem melhor. "As pessoas pensam sempre no pior, mas a gente tem que pensar em coisas boas. Driblamos as situações de crise no dia a dia e não desistimos nunca", apontou. Ele avalia que 2016 foi um ano em que se destacou profissionalmente e prevê que 2017 será ainda melhor. "Vejo o ano de 2017 como um ano de muito trabalho. Vai ser bom para mim", projeta.
Grávida de cinco meses de um menino, a comerciante Juliana Rissi da Cruz, de 34, também está animada com 2017. "A gente sabe que o planejamento tem que ser melhor resolvido, porque a despesa é maior, mas o bebê já estava nos planos", destaca. Diferentemente de muitos setores, ela viu as vendas de tintas de sua empresa aumentarem em 2016. E espera que as vendas aumentem ainda mais em 2017 para que possa comprar as coisas para o bebê.
A reportagem encontrou também o bancário Antônio de Carvalho Junior, de 53, que afirma ser um eterno otimista. "Fiz uma série de escolhas para chegar onde estou. Profissionalmente 2016 está sendo bom e será bom no ano que vem", projeta. Segundo ele, viver é um curso no qual se a pessoa solta as rédeas, pode não saber para onde você vai, mas se segurar bem pode direcionar bem a vida. "O importante não é o caminho que você vai trilhar, mas saber para onde está indo", aponta. Sobre 2017, ele afirma que seus desejos são vários. "Quero ler mais, viajar mais. Outros surgirão, mas esses são dois desejos para o começo do ano." (V.O.)


