A presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Elisa Vianna Sá, também visitou o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). Ela conheceu os laboratórios que preparam a produção da vacina tríplice bacteriana. A expectativa é produzir inicialmente 3 milhões de doses.
Para o laboratório ficar pronto, falta adaptar o sistema de ar condicionado aos laboratórios e preparar o espaço de controle de qualidade. Mais de R$ 5,6 milhões vão ser investidos nas obras de acabamento e no início dos trabalhos do Tecpar.
Com a produção da vacina tríplice bacteriana em Curitiba, vai acabar a importação do produto, que custa caro aos cofres públicos. No Brasil, apenas a Fundação Oswaldo Cruz e o Instituto Butantã desenvolvem a tecnologia de fabricação da chamada ‘‘DPT’’. Encerrados os testes industriais, o Tecpar poderá produzir até 10 milhões de doses num prazo de três anos.
Elisa Vianna Sá também aproveitou a visita para assinar dois convênios. O primeiro, com a Secretaria de Saúde do Estado, no valor de R$ 250 mil, visa ao combate a zoonoses e a animais peçonhentos. O segundo, com a organização não-governamental holandesa NSL, de R$ 39 mil, vai ajudar a controlar a hanseníase em Guarapuava, onde se concentra a maioria dos casos da doença no Paraná. (D.J.)

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