O Instituto Tecnológico do Paraná (Tecpar) está divulgando em todas as regiões do Estado o programa Rede Zeri Paraná, que está em fase de estruturação e propõe o desenvolvimento sustentável, visando melhoria da qualidade de vida das comunidades.
O programa quer estimular o aproveitamento de subprodutos - ou resíduos - que possam ser processados para fins econômicos, e o uso de energias ‘‘limpas’’, de fontes renováveis, como a eólica (propiciada pelos ventos), a solar e a biomassa, que causam menos poluição.
A palavra Zeri deriva do inglês e significa ‘‘iniciativa de pesquisa em emissão zero’’, ou seja, zero de poluentes. Os conceitos do programa foram desenvolvidos na Universidade das Nações Unidas, em Tóquio (Japão), sob a coordenação da Fundação Zeri Internacional, de Genebra (Suíça). O Tecpar tem convênio com a fundação no Brasil, cujo presidente Lúcio Renato de Fraga Brusch participa de encontros para divulgar os conceitos. Ontem, ele esteve em Cascavel, na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).
Acompanhado do consultor Francisco Fleck, Brusch disse que nos encontros - o próximo será em Londrina, no dia 25 - também são recolhidas sugestões que possam ser aproveitadas para a estruturação definitiva do programa, que pretende estimular a formação de novas cadeias produtivas.
Segundo Brusch, as cadeias podem ser formadas também por indústrias já existentes, com o aproveitamento de resíduos gerados por outras fábricas.

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