O pesquisador e consultor Artur Roman afirma com todas as letras que a telemática (junção entre informática e telecomunicação) contribui para disseminar discursos ''mal-ditos''. E garante que não há nada de errado nisso.
''Não entendo as empresas que proíbem MSN, e-mails e outras ferramentas de comunicação. O que tem que se prestar atenção é na produtividade e, se a função permite, vejo como salutar essas trocas de informações'', argui o especialista.
Já a pesquisadora da UEL Marta Martins pondera que da mesma forma que a tecnologia amplia as possibilidades de comunicação, favorece a disseminação de informações distorcidas que podem ser repercutidas pela rádio-peão.
''As tecnologias trazem agilidade, mas são muito impessoais e, nesse processo, podem gerar comentários quando surgem dúvidas que levem a interpretações distorcidas. Já quando as mesmas informações são passadas por alguém que tem credibilidade, que goza da confiança da equipe, fluem de forma muito mais eficiente.'' (L.A.)

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